Gerador de EAN-13
Gera um código EAN-13 com prefixo brasileiro e dígito verificador calculado na hora. Serve para testar cadastro de produto, montar ambiente de homologação e fechar planilha de catálogo enquanto o código oficial não chega.
Leia antes de usar em produto que você vende: o código sai válido na matemática, com dígito verificador correto, e passa em qualquer validação de formato. Mas ele não está registrado no seu nome na GS1 Brasil, então pode colidir com o produto de outra empresa. Para vender de verdade, compre o prefixo oficial na GS1 Brasil. Aqui é ferramenta de teste e de cadastro interno.
O que é EAN-13 e o que é GTIN
GTIN quer dizer Global Trade Item Number, o identificador global de produto do sistema GS1. EAN-13 é o formato de treze dígitos desse identificador, o mesmo número que vira aquele código de barras na embalagem. Marketplace, Google Shopping e nota fiscal pedem esse número para saber que o seu produto e o do concorrente são o mesmo item.
Por que 789 e 790
Os três primeiros dígitos identificam a organização GS1 que emitiu o código. O Brasil recebeu o 789 e, quando esse bloco começou a encher, ganhou também o 790. Um código começando com 789 ou 790 foi registrado pela GS1 Brasil, o que não quer dizer que o produto tenha sido fabricado aqui: a origem é do cadastro, não da fábrica.
Como o dígito verificador é calculado
O último dígito não é escolhido, ele é calculado a partir dos doze anteriores. Da direita para a esquerda, os dígitos recebem peso 3 e 1 alternados, tudo é somado, e o verificador é quanto falta para chegar na próxima dezena. Se a soma já for múltipla de dez, o verificador é zero.
É por isso que digitar um número qualquer de treze dígitos costuma dar erro no cadastro. O marketplace refaz essa conta e recusa quando o último dígito não bate.
Perguntas frequentes
Posso usar esse código para vender no Mercado Livre ou na Shopee?
O cadastro provavelmente vai aceitar, porque o formato e o dígito verificador estão corretos. Mas o código não é seu: ele não está registrado no seu CNPJ na GS1, e outro vendedor pode ter o mesmo número. Isso gera anúncio duplicado, catálogo trocado e, em alguns casos, bloqueio. Para vender, compre o código oficial.
Então para que serve?
Para testar integração e fluxo de cadastro antes de ter os códigos reais, para popular ambiente de homologação, e para produto que você não vende em canal público, como kit interno ou item de controle de estoque.
Meu produto precisa mesmo de código de barras?
Depende do canal. Mercado Livre, Amazon, Magalu e Google Shopping pedem GTIN válido em boa parte das categorias, e sem ele o anúncio perde alcance na busca ou nem entra. Alguns marketplaces liberam isenção para produto artesanal e para fabricação própria. Vale conferir a regra da sua categoria antes de comprar prefixo.
Quanto custa o código oficial?
A GS1 Brasil cobra adesão mais anuidade, e o valor varia conforme o faturamento da empresa e quantos códigos você precisa. Um prefixo pequeno já cobre dezenas de produtos. Consulte direto no site deles, porque a tabela muda.
Vocês guardam os códigos que eu gero?
Não. A geração acontece inteira dentro do seu navegador. Nada é enviado para servidor nenhum, e a página funciona até com a internet caindo depois de carregar.
Quem fez esta ferramenta
A Comércio Conectado é uma agência de e-commerce por assinatura. Catálogo malformado é uma das causas mais comuns de anúncio que não aparece na busca do marketplace, e arrumar isso costuma ser a primeira coisa que a gente faz quando um lojista chega.
Se você está montando catálogo agora, dá para fazer certo desde o começo.
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Também temos um conversor de ZPL para PDF, para quem imprime etiqueta de envio de marketplace sem ter impressora Zebra.